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Documento também marca 20 anos de diálogo institucional do movimento com os Três Poderes
O cooperativismo brasileiro lançou, na noite da última terça-feira (17), em Brasília, a Agenda Institucional do Cooperativismo 2026, com as principais propostas do setor para fortalecer o ambiente de negócios das cooperativas e ampliar sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país. O evento reuniu parlamentares, representantes dos Três Poderes e lideranças cooperativistas de todo o Brasil, consolidando-se como um dos principais momentos de articulação institucional do setor.
No conjunto das lideranças nacionais presentes, o Ceará teve participação destacada com a presença do deputado federal Luiz Gastão (PSD/CE) e do secretário de Inclusão e Cidadania de Maracanaú, Carlos Matos. Também integraram a agenda o presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, além de André Fontenelle, gerente de processos corporativos; Roberta Feitosa, da área de relações institucionais; e o jornalista Rafael Mesquita, reforçando a atuação articulada do estado nas pautas estratégicas do cooperativismo brasileiro.
Elaborada a partir das demandas das cooperativas de diferentes ramos e regiões, a Agenda é o principal instrumento de interlocução do movimento com os Três Poderes. O documento reúne prioridades do setor e reflete os desafios e oportunidades enfrentados pelo cooperativismo em um cenário de transformações econômicas e regulatórias.
A mesa de abertura contou com a participação do presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas; da presidente executiva Tania Zanella; do deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop); da senadora Tereza Cristina (MS), vice-presidente da Frencoop no Senado; e de Jorge Meza, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil.
Ao apresentar o documento, Márcio destacou o caráter técnico e coletivo da construção da Agenda. “A Agenda é construída a partir daquilo que as cooperativas vivem no dia a dia. Ela reúne prioridades que envolvem o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, sempre com propostas possíveis, que orientem as decisões públicas e contribuam para melhorar o ambiente de atuação das cooperativas”, afirmou.
A edição de 2026 reflete um momento estratégico para a atuação institucional do cooperativismo. Marcado pelo calendário pré-eleitoral e por debates relevantes no ambiente regulatório, o setor deverá concentrar esforços em pautas consideradas prioritárias, buscando consolidar avanços e evitar retrocessos.
Entre os temas acompanhados no âmbito do Poder Executivo está a regulamentação da Reforma Tributária, especialmente no que diz respeito à preservação do tratamento adequado ao ato cooperativo no novo sistema tributário nacional. A medida é considerada essencial para garantir segurança jurídica e competitividade às cooperativas.
Outro ponto de atenção é a modernização da jornada de trabalho. Para Márcio, o tema exige equilíbrio e previsibilidade. “Não somos contrários à mudança, mas ela precisa considerar os impactos nos diferentes setores. Há realidades distintas dentro do cooperativismo, e é fundamental que essa transição seja construída com responsabilidade”, pontuou.
Também estão no radar do setor a regulamentação de leis recentes que ampliam o espaço de atuação das cooperativas em áreas como seguros e telecomunicações — avanço considerado estratégico para diversificação de mercados —, além do fortalecimento de políticas públicas e linhas de financiamento voltadas ao desenvolvimento produtivo e regional.
No Legislativo, a atenção se volta para projetos que ampliem o acesso das cooperativas a instrumentos de crédito, reduzam entraves regulatórios e criem condições para a expansão do modelo cooperativista. Já no Judiciário, o foco está em temas que impactam diretamente a segurança jurídica, especialmente questões ligadas ao tratamento tributário do ato cooperativo e à interpretação de normas regulatórias.
Mesmo diante de um cenário político mais desafiador, a estratégia do setor é manter presença ativa e organizada. “Sabemos que será um ano de menor produção legislativa, mas queremos consolidar posições e garantir que pautas sensíveis ao cooperativismo avancem ou, ao menos, não retrocedam”, acrescentou.
20 anos de uma agenda de diálogo
A edição de 2026 tem um significado especial: marca os 20 anos da Agenda Institucional do Cooperativismo, publicação que se consolidou como referência no diálogo entre o setor e os Três Poderes. Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, a trajetória da Agenda acompanha o amadurecimento institucional do cooperativismo brasileiro. “Ao longo desses 20 anos, construímos um canal sólido de diálogo com os poderes públicos. A Agenda traduz as prioridades de mais de 26 milhões de cooperados e reforça o papel do movimento como solução para o desenvolvimento do país”, destacou.
Segundo ela, o documento vai além da apresentação de demandas. “Nossa intenção é mostrar que o cooperativismo pode ser cada vez mais utilizado como instrumento de transformação econômica e social, capaz de ampliar oportunidades e contribuir para enfrentar desafios estruturais do Brasil”, acrescentou.
A Agenda 2026 reúne 61 prioridades em tramitação no Congresso Nacional e 38 propostas voltadas ao Poder Executivo, além de mapear temas relevantes no Judiciário. O levantamento considera um universo amplo de proposições e seleciona aquelas com maior impacto para o setor.
Reconhecimento e apoio institucional
Durante o evento, parlamentares e representantes de instituições destacaram a importância do cooperativismo para o desenvolvimento do país.
Arnaldo Jardim ressaltou o papel da Frencoop na articulação das pautas do setor no Congresso Nacional e destacou conquistas recentes, especialmente em áreas como infraestrutura, energia e telecomunicações. “O cooperativismo tem mostrado sua capacidade de gerar desenvolvimento com inclusão. Nosso papel é garantir que esse modelo tenha espaço e segurança para continuar avançando”, declarou.
Representando a FAO no Brasil, Jorge Meza destacou a importância da cooperação para enfrentar desafios globais como segurança alimentar, mudanças climáticas e desigualdade. “Os desafios são complexos e interligados. O cooperativismo é um exemplo de solução baseada na articulação entre diferentes atores, fundamental para promover um desenvolvimento mais sustentável e inclusivo”, salientou.
A senadora Tereza Cristina reforçou o impacto das cooperativas, especialmente no interior do país. “Elas levam crédito, assistência técnica e organização produtiva para onde muitas vezes o Estado e o mercado não chegam. Isso fortalece a economia local, gera renda e melhora a vida das pessoas”, afirmou.
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Documento também marca 20 anos de diálogo institucional do movimento com os Três Poderes
O cooperativismo brasileiro lançou, na noite da última terça-feira (17), em Brasília, a Agenda Institucional do Cooperativismo 2026, com as principais propostas do setor para fortalecer o ambiente de negócios das cooperativas e ampliar sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país. O evento reuniu parlamentares, representantes dos Três Poderes e lideranças cooperativistas de todo o Brasil, consolidando-se como um dos principais momentos de articulação institucional do setor.
No conjunto das lideranças nacionais presentes, o Ceará teve participação destacada com a presença do deputado federal Luiz Gastão (PSD/CE) e do secretário de Inclusão e Cidadania de Maracanaú, Carlos Matos. Também integraram a agenda o presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, além de André Fontenelle, gerente de processos corporativos; Roberta Feitosa, da área de relações institucionais; e o jornalista Rafael Mesquita, reforçando a atuação articulada do estado nas pautas estratégicas do cooperativismo brasileiro.
Elaborada a partir das demandas das cooperativas de diferentes ramos e regiões, a Agenda é o principal instrumento de interlocução do movimento com os Três Poderes. O documento reúne prioridades do setor e reflete os desafios e oportunidades enfrentados pelo cooperativismo em um cenário de transformações econômicas e regulatórias.
A mesa de abertura contou com a participação do presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas; da presidente executiva Tania Zanella; do deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop); da senadora Tereza Cristina (MS), vice-presidente da Frencoop no Senado; e de Jorge Meza, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil.
Ao apresentar o documento, Márcio destacou o caráter técnico e coletivo da construção da Agenda. “A Agenda é construída a partir daquilo que as cooperativas vivem no dia a dia. Ela reúne prioridades que envolvem o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, sempre com propostas possíveis, que orientem as decisões públicas e contribuam para melhorar o ambiente de atuação das cooperativas”, afirmou.
A edição de 2026 reflete um momento estratégico para a atuação institucional do cooperativismo. Marcado pelo calendário pré-eleitoral e por debates relevantes no ambiente regulatório, o setor deverá concentrar esforços em pautas consideradas prioritárias, buscando consolidar avanços e evitar retrocessos.
Entre os temas acompanhados no âmbito do Poder Executivo está a regulamentação da Reforma Tributária, especialmente no que diz respeito à preservação do tratamento adequado ao ato cooperativo no novo sistema tributário nacional. A medida é considerada essencial para garantir segurança jurídica e competitividade às cooperativas.
Outro ponto de atenção é a modernização da jornada de trabalho. Para Márcio, o tema exige equilíbrio e previsibilidade. “Não somos contrários à mudança, mas ela precisa considerar os impactos nos diferentes setores. Há realidades distintas dentro do cooperativismo, e é fundamental que essa transição seja construída com responsabilidade”, pontuou.
Também estão no radar do setor a regulamentação de leis recentes que ampliam o espaço de atuação das cooperativas em áreas como seguros e telecomunicações — avanço considerado estratégico para diversificação de mercados —, além do fortalecimento de políticas públicas e linhas de financiamento voltadas ao desenvolvimento produtivo e regional.
No Legislativo, a atenção se volta para projetos que ampliem o acesso das cooperativas a instrumentos de crédito, reduzam entraves regulatórios e criem condições para a expansão do modelo cooperativista. Já no Judiciário, o foco está em temas que impactam diretamente a segurança jurídica, especialmente questões ligadas ao tratamento tributário do ato cooperativo e à interpretação de normas regulatórias.
Mesmo diante de um cenário político mais desafiador, a estratégia do setor é manter presença ativa e organizada. “Sabemos que será um ano de menor produção legislativa, mas queremos consolidar posições e garantir que pautas sensíveis ao cooperativismo avancem ou, ao menos, não retrocedam”, acrescentou.
20 anos de uma agenda de diálogo
A edição de 2026 tem um significado especial: marca os 20 anos da Agenda Institucional do Cooperativismo, publicação que se consolidou como referência no diálogo entre o setor e os Três Poderes. Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, a trajetória da Agenda acompanha o amadurecimento institucional do cooperativismo brasileiro. “Ao longo desses 20 anos, construímos um canal sólido de diálogo com os poderes públicos. A Agenda traduz as prioridades de mais de 26 milhões de cooperados e reforça o papel do movimento como solução para o desenvolvimento do país”, destacou.
Segundo ela, o documento vai além da apresentação de demandas. “Nossa intenção é mostrar que o cooperativismo pode ser cada vez mais utilizado como instrumento de transformação econômica e social, capaz de ampliar oportunidades e contribuir para enfrentar desafios estruturais do Brasil”, acrescentou.
A Agenda 2026 reúne 61 prioridades em tramitação no Congresso Nacional e 38 propostas voltadas ao Poder Executivo, além de mapear temas relevantes no Judiciário. O levantamento considera um universo amplo de proposições e seleciona aquelas com maior impacto para o setor.
Reconhecimento e apoio institucional
Durante o evento, parlamentares e representantes de instituições destacaram a importância do cooperativismo para o desenvolvimento do país.
Arnaldo Jardim ressaltou o papel da Frencoop na articulação das pautas do setor no Congresso Nacional e destacou conquistas recentes, especialmente em áreas como infraestrutura, energia e telecomunicações. “O cooperativismo tem mostrado sua capacidade de gerar desenvolvimento com inclusão. Nosso papel é garantir que esse modelo tenha espaço e segurança para continuar avançando”, declarou.
Representando a FAO no Brasil, Jorge Meza destacou a importância da cooperação para enfrentar desafios globais como segurança alimentar, mudanças climáticas e desigualdade. “Os desafios são complexos e interligados. O cooperativismo é um exemplo de solução baseada na articulação entre diferentes atores, fundamental para promover um desenvolvimento mais sustentável e inclusivo”, salientou.
A senadora Tereza Cristina reforçou o impacto das cooperativas, especialmente no interior do país. “Elas levam crédito, assistência técnica e organização produtiva para onde muitas vezes o Estado e o mercado não chegam. Isso fortalece a economia local, gera renda e melhora a vida das pessoas”, afirmou.
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Documento também marca 20 anos de diálogo institucional do movimento com os Três Poderes
O cooperativismo brasileiro lançou, na noite da última terça-feira (17), em Brasília, a Agenda Institucional do Cooperativismo 2026, com as principais propostas do setor para fortalecer o ambiente de negócios das cooperativas e ampliar sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país. O evento reuniu parlamentares, representantes dos Três Poderes e lideranças cooperativistas de todo o Brasil, consolidando-se como um dos principais momentos de articulação institucional do setor.
No conjunto das lideranças nacionais presentes, o Ceará teve participação destacada com a presença do deputado federal Luiz Gastão (PSD/CE) e do secretário de Inclusão e Cidadania de Maracanaú, Carlos Matos. Também integraram a agenda o presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, além de André Fontenelle, gerente de processos corporativos; Roberta Feitosa, da área de relações institucionais; e o jornalista Rafael Mesquita, reforçando a atuação articulada do estado nas pautas estratégicas do cooperativismo brasileiro.
Elaborada a partir das demandas das cooperativas de diferentes ramos e regiões, a Agenda é o principal instrumento de interlocução do movimento com os Três Poderes. O documento reúne prioridades do setor e reflete os desafios e oportunidades enfrentados pelo cooperativismo em um cenário de transformações econômicas e regulatórias.
A mesa de abertura contou com a participação do presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas; da presidente executiva Tania Zanella; do deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop); da senadora Tereza Cristina (MS), vice-presidente da Frencoop no Senado; e de Jorge Meza, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil.
Ao apresentar o documento, Márcio destacou o caráter técnico e coletivo da construção da Agenda. “A Agenda é construída a partir daquilo que as cooperativas vivem no dia a dia. Ela reúne prioridades que envolvem o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, sempre com propostas possíveis, que orientem as decisões públicas e contribuam para melhorar o ambiente de atuação das cooperativas”, afirmou.
A edição de 2026 reflete um momento estratégico para a atuação institucional do cooperativismo. Marcado pelo calendário pré-eleitoral e por debates relevantes no ambiente regulatório, o setor deverá concentrar esforços em pautas consideradas prioritárias, buscando consolidar avanços e evitar retrocessos.
Entre os temas acompanhados no âmbito do Poder Executivo está a regulamentação da Reforma Tributária, especialmente no que diz respeito à preservação do tratamento adequado ao ato cooperativo no novo sistema tributário nacional. A medida é considerada essencial para garantir segurança jurídica e competitividade às cooperativas.
Outro ponto de atenção é a modernização da jornada de trabalho. Para Márcio, o tema exige equilíbrio e previsibilidade. “Não somos contrários à mudança, mas ela precisa considerar os impactos nos diferentes setores. Há realidades distintas dentro do cooperativismo, e é fundamental que essa transição seja construída com responsabilidade”, pontuou.
Também estão no radar do setor a regulamentação de leis recentes que ampliam o espaço de atuação das cooperativas em áreas como seguros e telecomunicações — avanço considerado estratégico para diversificação de mercados —, além do fortalecimento de políticas públicas e linhas de financiamento voltadas ao desenvolvimento produtivo e regional.
No Legislativo, a atenção se volta para projetos que ampliem o acesso das cooperativas a instrumentos de crédito, reduzam entraves regulatórios e criem condições para a expansão do modelo cooperativista. Já no Judiciário, o foco está em temas que impactam diretamente a segurança jurídica, especialmente questões ligadas ao tratamento tributário do ato cooperativo e à interpretação de normas regulatórias.
Mesmo diante de um cenário político mais desafiador, a estratégia do setor é manter presença ativa e organizada. “Sabemos que será um ano de menor produção legislativa, mas queremos consolidar posições e garantir que pautas sensíveis ao cooperativismo avancem ou, ao menos, não retrocedam”, acrescentou.
20 anos de uma agenda de diálogo
A edição de 2026 tem um significado especial: marca os 20 anos da Agenda Institucional do Cooperativismo, publicação que se consolidou como referência no diálogo entre o setor e os Três Poderes. Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, a trajetória da Agenda acompanha o amadurecimento institucional do cooperativismo brasileiro. “Ao longo desses 20 anos, construímos um canal sólido de diálogo com os poderes públicos. A Agenda traduz as prioridades de mais de 26 milhões de cooperados e reforça o papel do movimento como solução para o desenvolvimento do país”, destacou.
Segundo ela, o documento vai além da apresentação de demandas. “Nossa intenção é mostrar que o cooperativismo pode ser cada vez mais utilizado como instrumento de transformação econômica e social, capaz de ampliar oportunidades e contribuir para enfrentar desafios estruturais do Brasil”, acrescentou.
A Agenda 2026 reúne 61 prioridades em tramitação no Congresso Nacional e 38 propostas voltadas ao Poder Executivo, além de mapear temas relevantes no Judiciário. O levantamento considera um universo amplo de proposições e seleciona aquelas com maior impacto para o setor.
Reconhecimento e apoio institucional
Durante o evento, parlamentares e representantes de instituições destacaram a importância do cooperativismo para o desenvolvimento do país.
Arnaldo Jardim ressaltou o papel da Frencoop na articulação das pautas do setor no Congresso Nacional e destacou conquistas recentes, especialmente em áreas como infraestrutura, energia e telecomunicações. “O cooperativismo tem mostrado sua capacidade de gerar desenvolvimento com inclusão. Nosso papel é garantir que esse modelo tenha espaço e segurança para continuar avançando”, declarou.
Representando a FAO no Brasil, Jorge Meza destacou a importância da cooperação para enfrentar desafios globais como segurança alimentar, mudanças climáticas e desigualdade. “Os desafios são complexos e interligados. O cooperativismo é um exemplo de solução baseada na articulação entre diferentes atores, fundamental para promover um desenvolvimento mais sustentável e inclusivo”, salientou.
A senadora Tereza Cristina reforçou o impacto das cooperativas, especialmente no interior do país. “Elas levam crédito, assistência técnica e organização produtiva para onde muitas vezes o Estado e o mercado não chegam. Isso fortalece a economia local, gera renda e melhora a vida das pessoas”, afirmou.
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O Sistema OCB realizou, nesta terça-feira (17), em Brasília, a 57ª Assembleia Geral Ordinária (AGO). O encontro reuniu dirigentes das Organizações das Cooperativas Brasileiras nos estados (OCEs) para apresentar o balanço das ações e das contas de 2025, além de validar as prioridades estratégicas e o plano de trabalho da entidade para este ano.
O estado do Ceará esteve representado na assembleia pelo presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, que participou das discussões e deliberações nacionais do movimento cooperativista.
Durante a assembleia, foi apresentado um panorama dos resultados do cooperativismo brasileiro. O país reúne hoje 25,8 milhões de cooperados, com R$ 1,39 trilhão em ativos, R$ 758 bilhões movimentados na economia e mais de 578 mil empregos gerados. Outro indicador relevante é a percepção da sociedade. Pesquisa nacional de imagem mostra que 88% dos brasileiros consideram o cooperativismo um modelo atual, moderno e inovador.
Para o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, os números refletem o esforço coletivo das cooperativas em todo o país. “2025 foi um ano intenso, de muito trabalho e conquistas. Nada disso seria possível sem o empenho das cooperativas e das organizações estaduais.”
Fortalecimento da gestão
Entre as iniciativas voltadas ao desenvolvimento das cooperativas, o Sistema OCB destacou o avanço de ferramentas de gestão e governança. Em 2025, foram realizados 5.341 diagnósticos organizacionais por meio do AvaliaCoop, ferramenta que apoia as cooperativas na identificação de oportunidades de melhoria e no aprimoramento das práticas de gestão.
O Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão 2025 reconheceu 133 cooperativas por avanços em governança, estratégia e desempenho. Outro marco foi o lançamento do Manual de Boas Práticas de Governança Cooperativista, que reúne orientações para dirigentes e conselhos na adoção de estruturas de gestão mais eficientes e transparentes.
Comunicação e valorização do cooperativismo
A comunicação também foi uma das frentes estratégicas do último ano. A campanha SomosCoop 2025 alcançou mais de 450 milhões de impactos, além de 1,3 milhão de sessões no site e 1,6 milhão de visualizações em ações com influenciadores digitais. Nas redes sociais, a presença digital do movimento cresceu significativamente, com 118 mil usuários inscritos nas plataformas do SomosCoop e mais de 110 mil seguidores nos perfis do Sistema OCB.
Durante o Ano Internacional das Cooperativas, o tema também ganhou espaço em diferentes ambientes institucionais. Além da cerimônia no Congresso Nacional, 17 estados realizaram sessões solenes semelhantes.
Tania destacou que a estratégia buscou aproximar ainda mais o cooperativismo da sociedade. “Tivemos iniciativas importantes para mostrar o que as cooperativas estão transformando nas suas bases. O manifesto, o documentário e o livro com histórias de cooperativas são exemplos que ajudam a apresentar à sociedade a dimensão e o impacto do nosso movimento.”
Avanços institucionais e regulatórios
A articulação institucional do Sistema OCB gerou resultados relevantes. Entre as conquistas estão:
• Autorização para atuação de cooperativas no mercado de telecomunicações;
• Ampliação da participação no mercado de seguro;
• Acesso ao fundo nacional de desenvolvimento científico e tecnológico (FNDCT);
• Avanços no licenciamento ambiental;
• Ampliação da captação de recursos municipais para cooperativas de crédito.
Outro destaque foi o fortalecimento do Procapcred, voltado à capitalização do sistema cooperativo financeiro. Os recursos passaram de R$ 1,6 bilhão em 2024 para R$ 3,6 bilhões em 2025.
Segundo Tania, novas regulamentações devem ampliar ainda mais as oportunidades do setor. “A expectativa é que, em breve, tenhamos também a regulamentação das cooperativas de seguros pela Susep, o que representa um passo importante para ampliar a atuação do cooperativismo nesse mercado”, destacou.
Comunicação integrada
Durante a assembleia, os dirigentes aprovaram a destinação de parte dos resultados para o Fundo de Comunicação, iniciativa voltada a fortalecer a divulgação do cooperativismo em todo o país. “A comunicação é uma das ferramentas mais importantes para mostrar o valor do cooperativismo. Precisamos falar a mesma linguagem, com o mesmo propósito”, apontou o presidente Márcio.
Entre os destaques da área em 2025 estiveram:
• Lançamento da rede ComunicaCoop;
• Publicação do livro fotográfico Cooperativas do Brasil: retratos de um mundo melhor;
• Estreia do documentário Histórias de um mundo melhor;
• Lançamento do livro Comunicação e marketing no cooperativismo;
• Criação do site Cooperative Cultural Heritage.
Governança institucional
A assembleia aprovou a atualização do regimento interno do Conselho Fiscal do Sistema OCB, com medidas voltadas ao fortalecimento da governança e à modernização dos processos. Entre as mudanças está a ampliação do número de suplentes — que passa de um para dois — e a possibilidade de reuniões presenciais, virtuais ou híbridas.
O novo regimento também amplia a autonomia do Conselho Fiscal, que passa a poder deliberar sobre a contratação de consultorias e serviços necessários ao desempenho de suas atividades. “Essas mudanças dão mais clareza ao papel estratégico de cada instância e contribuem para a sustentabilidade institucional do cooperativismo brasileiro”, afirmou Márcio.
Cenário internacional
O cooperativismo também ampliou a presença do Brasil em debates globais. Um dos destaques foi a participação na COP30, com presença na Green Zone, Agri Zone, Blue Zone e Casa do Seguro, e a apresentação de 67 cases de cooperativas brasileiras voltados a temas como agricultura de baixo carbono, bioeconomia, financiamento verde e adaptação climática.
A participação permitiu ampliar o diálogo com governos, organismos internacionais e delegações de diferentes países sobre soluções que unem produção sustentável, inclusão produtiva e preservação ambiental.
Papel estratégico do agro
Ainda durante a assembleia, os dirigentes destacaram o papel do cooperativismo agropecuário como indutor de desenvolvimento econômico, sucessão no campo e fortalecimento de outros ramos, especialmente o crédito. “O cooperativismo agropecuário tem uma força transformadora muito clara. Onde ele está presente, há mais organização e mais solidez econômica”, afirmou o presidente Márcio.
Experiências de estados como Mato Grosso foram citadas como exemplo de como a organização dos produtores em cooperativas contribui para melhorar a gestão das propriedades e fortalecer a participação das novas gerações no campo.
Segundo Tania, a integração entre as diferentes realidades regionais é essencial. “Quando conseguimos conectar as demandas regionais à estratégia nacional do cooperativismo, ampliamos a capacidade de resposta do sistema”, salientou.
Integração do sistema e formação de lideranças

Outro ponto abordado durante a assembleia foi a importância da integração entre as regiões e da mobilização institucional das cooperativas em agendas estratégicas do movimento. Os dirigentes convidaram representantes de todo o país para eventos voltados ao fortalecimento do agro, à inovação e à internacionalização das cooperativas, com foco na expansão de mercados, atração de investimentos e desenvolvimento regional.
As manifestações destacaram também os desafios enfrentados em diferentes regiões, especialmente no Norte e Nordeste, como custos logísticos, infraestrutura e acesso a crédito, além da necessidade de ampliar a articulação institucional do cooperativismo.
Outro ponto citado foi o crescimento no número de cooperativas, sobretudo na agricultura familiar, o que demanda maior organização e atenção à sustentabilidade dos novos empreendimentos, além de acompanhamento de pautas regulatórias relevantes para o ramo Crédito.
O presidente da Ocemg e decano do cooperativismo brasileiro, Ronaldo Scucato, destacou a importância de investir na formação de lideranças e na participação dos jovens no movimento. “A liderança é decisiva para o sucesso das cooperativas. Precisamos preparar novas gerações e fortalecer a governança para garantir a solidez e a credibilidade do sistema”, afirmou.
Prioridades para 2026
Ao apresentar as perspectivas para o próximo ciclo, Tania destacou que 2026 será um ano desafiador, especialmente por coincidir com o calendário eleitoral. Entre os principais temas apontados estão o fortalecimento da governança, a agenda de financiamento e a adaptação do setor a um cenário econômico e social em transformação.
O presidente Márcio alertou para a crescente limitação da capacidade do Estado em financiar a agropecuária. “O financiamento da agropecuária brasileira passa cada vez mais pelo mercado. Para acessar esses recursos, precisamos elevar o nível de governança, transparência e gestão das cooperativas.”
A assembleia também discutiu temas como déficit de mão de obra no campo, endividamento rural e modernização das relações de trabalho. “Estamos atuando de forma articulada com outros setores para construir soluções responsáveis, sempre considerando os impactos reais para as cooperativas”, disse Tania.
Ela também destacou que o próximo ciclo dará atenção especial ao fortalecimento da cultura cooperativista. Segundo ela, pesquisas realizadas pelo Sistema OCB nos últimos anos apontam a necessidade de reforçar os princípios e valores que diferenciam o modelo cooperativista e sustentam sua identidade. “A cultura cooperativista é o que sustenta o nosso diferencial como modelo de negócio. Precisamos reforçar continuamente esses princípios e valores dentro das nossas cooperativas”, afirmou.
Entre as iniciativas previstas está ainda a nova campanha nacional Escolha o Coop, que busca ampliar a presença do modelo cooperativista no cotidiano da população e fortalecer a valorização dos produtos e serviços das cooperativas.
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A atuação da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Coleta Seletiva e Reaproveitamento de Materiais Recicláveis do Baixo Acaraú (Coopbravo) acaba de alcançar um resultado simbólico e expressivo: 1 milhão de quilos de materiais recicláveis comercializados com emissão de nota fiscal. O desempenho reflete o amadurecimento da organização coletiva e o fortalecimento da reciclagem como atividade econômica sustentável no interior do Ceará.
Sediada em Cruz (CE) e com atuação nas comunidades de Preá, Barrinha de Baixo e Tatajuba, a cooperativa reúne atualmente cerca de 18 trabalhadores, responsáveis por todas as etapas do processo, da coleta à triagem e comercialização de resíduos como vidro, plástico, papel e metal.
Mais do que um número, o volume alcançado traduz mudanças concretas na vida dos cooperados e no território. “Esse resultado representa dignidade, renda e reconhecimento do trabalho dos nossos catadores. Cada quilo reciclado significa menos resíduos no meio ambiente e mais oportunidade para as famílias que dependem dessa atividade”, afirma o presidente e cofundador, José Ronaldo de Sousa Rocha.
A iniciativa também tem impacto direto na dinâmica ambiental da região. Ao reinserir resíduos na cadeia produtiva, a Coopbravo contribui para a redução do descarte inadequado e fortalece práticas de economia circular, em articulação com o poder público, empresas locais e movimentos sociais.
Para o gestor operacional e cofundador Francisco Juliano de Sousa Rocha, o trabalho da cooperativa vai além da geração de renda. “Transformamos o que antes era descartado em oportunidade. Cada quilo coletado representa mais cidadania, mais respeito ao meio ambiente e mais desenvolvimento para as comunidades”, destaca.
O avanço da Coopbravo também vem sendo acompanhado pelo Sistema OCB/CE, ao qual a cooperativa é filiada. Segundo o analista de desenvolvimento de cooperativas, Marne Porto, os primeiros resultados após a formalização já demonstram o potencial do grupo.
“É muito gratificante acompanhar a evolução da Coopbravo, que se registrou no Sistema OCB/CE em outubro do ano passado e já começa a apresentar resultados importantes. Um dos destaques é a comercialização de materiais recicláveis com emissão de nota fiscal, o que evidencia a organização do grupo e a força do trabalho coletivo. Esse processo reforça o potencial da reciclagem como fonte de renda, inclusão social e benefícios ambientais para toda a região”, afirma.
Marne também adianta os próximos passos no processo de fortalecimento da cooperativa. “A partir de abril, vamos iniciar um diagnóstico de negócio em parceria com a OCB Nacional, com foco no aprimoramento da gestão e na ampliação das oportunidades de crescimento. Este é apenas o início de uma trajetória promissora de desenvolvimento sustentável”, completa.
Fundada em 2021, a partir da união de catadores do Baixo Acaraú, a Coopbravo vem ampliando sua atuação ao longo dos anos, inclusive com a formalização de parcerias e a inserção em iniciativas de sustentabilidade. O resultado alcançado reforça o papel estratégico das cooperativas de reciclagem na promoção da inclusão socioprodutiva e na construção de soluções locais para desafios ambientais globais.
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Alunas do Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas e dirigentes do Sistema OCB/CE, Cristina Bandeira e Marly Oliveira, participaram, neste mês de março, de uma imersão internacional sobre cooperativismo realizada em Ferrara, no norte da Itália. A atividade integrou a programação do curso e reuniu estudantes brasileiros interessados em aprofundar conhecimentos sobre modelos cooperativistas internacionais.
A imersão ocorreu entre os dias 8 e 13 de março e incluiu visitas técnicas, encontros acadêmicos e troca de experiências com cooperativas da região de Emilia-Romanha, reconhecida mundialmente por sua forte tradição cooperativista. A programação contou com o apoio da Università degli Studi di Ferrara e da Confcooperative, que representa grande parte das cooperativas locais.
A região é referência internacional em modelos de organização cooperativa, especialmente nos setores agrícola, de serviços e social. As cooperativas são consideradas pilares da economia local, contribuindo para a geração de renda, a distribuição de riqueza e o fortalecimento do desenvolvimento sustentável.
A missão internacional reuniu 11 estudantes do Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas, que integra o Programa de Pós-Graduação em Gestão de Cooperativas e Organizações Complexas e Plurais (PPGCoop) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. O curso é desenvolvido em parceria com os sistemas cooperativistas estaduais, contando atualmente com turmas realizadas no Paraná, em parceria com o Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, e no Ceará, em parceria com o Sistema OCB/CE, por meio do Sescoop/CE.

No grupo, além das profissionais cearenses, também participaram profissionais de cooperativas paranaenses, representantes do Sistema Ocepar e docentes do curso, fortalecendo o intercâmbio de experiências entre diferentes realidades do cooperativismo brasileiro.
Durante a programação, o grupo também realizou visitas a cooperativas que atuam nos segmentos de agricultura, pesca, trabalho e cooperativismo social, conhecendo de perto iniciativas que são referência em gestão, inovação e impacto econômico e social.
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O papel do cooperativismo como estratégia de desenvolvimento para o campo no Ceará foi o tema do programa Vozes do Cooperativismo, exibido nesta quarta-feira (11), na rádio BandNews FM. A edição foi apresentada pelo jornalista do Sistema OCB/CE, Rafael Mesquita, e reuniu o deputado estadual De Assis Diniz e o secretário de Inclusão e Cidadania de Maracanaú, Carlos Matos, para discutir como o modelo cooperativista pode se consolidar como política pública estruturante para o setor agropecuário cearense.
Durante a conversa, os convidados destacaram o potencial do cooperativismo para fortalecer a organização produtiva no campo, ampliar oportunidades para pequenos e médios produtores e gerar renda no interior do estado.
Para De Assis Diniz, o modelo cooperativista vai além de uma forma de organização econômica e deve ser compreendido como um instrumento estratégico de desenvolvimento para o agro.
“A política do cooperativismo tem como objetivo o fortalecimento e a ampliação da capacidade produtiva dos trabalhadores. Quando bem organizada, ela pode gerar desenvolvimento econômico e social, além de dinamizar a agricultura e a pecuária no estado”, afirmou o parlamentar.
Diniz também destacou a importância de investir na formação e na cultura cooperativista desde a educação básica, como forma de preparar novas gerações para compreender o cooperativismo como alternativa de organização econômica.
Outro ponto abordado no programa foi a necessidade de integrar crédito, assistência técnica, tecnologia e acesso ao mercado para que o cooperativismo agropecuário avance de forma consistente no Ceará.
Na avaliação de Carlos Matos, a organização coletiva é fundamental para ampliar oportunidades para produtores e reduzir desigualdades no campo.
“O cooperativismo é uma grande resposta para enfrentar desigualdades sociais. Quando os produtores se organizam, conseguem acesso a crédito, tecnologia e mercados. Isso fortalece o pequeno produtor e cria condições reais de desenvolvimento econômico”, destacou.
O gestor também ressaltou que experiências de políticas públicas voltadas ao setor agropecuário no Ceará mostram que a combinação entre organização produtiva e apoio institucional pode gerar resultados positivos para o desenvolvimento rural.
Ao longo do debate, os convidados também discutiram desafios históricos do agro cearense, como as limitações climáticas, a necessidade de planejamento de longo prazo e a importância de políticas permanentes de assistência técnica e infraestrutura para fortalecer o setor.
Apesar das dificuldades, ambos concordaram que o cooperativismo representa uma oportunidade estratégica para ampliar a competitividade do agro no Ceará, permitindo que produtores se organizem coletivamente, agreguem valor à produção e ampliem sua inserção em novos mercados.
O Vozes do Cooperativismo promove semanalmente debates sobre o impacto do cooperativismo no desenvolvimento econômico e social do estado, reunindo especialistas, gestores públicos e representantes do setor produtivo para discutir caminhos para o fortalecimento do modelo cooperativista no Ceará.
O programa é uma parceria entre o Sistema Jangadeiro e o Sistema OCB/CE e vai ao ar às quartas-feiras na BandNews FM Fortaleza (101,7 FM), às sextas-feiras na Nordeste TV — Fortaleza (canal 27.1) e Sobral (canal 48.1) — e aos sábados pela manhã na TV Jangadeiro (canal 12.1). O conteúdo também está disponível no YouTube, nos canais Jornal Jangadeiro e Sistema OCB/CE.
Para acompanhar o programa desta semana na íntegra, acesse aqui. Para mais informações, siga @sistemaocbce nas redes sociais.
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O Sistema OCB/CE realiza, no próximo dia 7 de abril de 2026, às 19h, em Fortaleza, a cerimônia de premiação do 3º Prêmio Cooperativismo Cearense de Jornalismo, que irá reconhecer reportagens da imprensa cearense sobre o impacto das cooperativas no desenvolvimento social e econômico do estado. Nesta edição, serão premiados trabalhos jornalísticos inscritos até 30 de dezembro de 2025, produzidos em diferentes formatos da atividade jornalística. O evento será realizado no Coco Bambu Dom Pastel, reunindo jornalistas, representantes do cooperativismo e convidados.
Com o tema “Cooperativas constroem um mundo melhor”, a premiação busca valorizar o papel da imprensa na divulgação de histórias que evidenciam a contribuição do cooperativismo para a geração de renda, inclusão social e desenvolvimento sustentável nas comunidades cearenses.
A cerimônia é aberta a jornalistas e convidados, mediante inscrição prévia pelo link:
https://forms.office.com/r/qqVywWsHbH
Nesta terceira edição, o prêmio distribuirá quase R$ 50 mil em premiações e contempla cinco categorias: Texto (jornais, revistas e portais), Áudio (rádio ou podcast), Vídeo (TV ou plataformas digitais), Fotojornalismo e Universitário, destinada a estudantes de Jornalismo.
Os vencedores nas categorias profissionais receberão R$ 6 mil (1º lugar), R$ 2.500 (2º lugar) e R$ 1.500 (3º lugar). Na categoria Universitária, o primeiro colocado receberá R$ 2 mil, enquanto o segundo e o terceiro lugares receberão R$ 1 mil cada.
O prêmio conta com apoio institucional do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce), da Associação Cearense de Imprensa (ACI) e da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).
Para o presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, a iniciativa reforça a importância da imprensa na difusão de iniciativas que geram impacto positivo na sociedade.
“Tivemos um ano de avanços em todas as frentes: mais cooperativas, mais empregos, maior articulação institucional e maior presença na sociedade. Isso é fruto do trabalho coletivo e da confiança no modelo cooperativista como solução para o desenvolvimento econômico com justiça social. Escolhemos realizar a cerimônia no dia 7 de abril para marcar também uma celebração dupla para os profissionais da imprensa, já que a data é dedicada ao Dia do Jornalista”, afirma.
Os trabalhos inscritos foram avaliados por uma comissão julgadora formada por profissionais de reconhecida trajetória no jornalismo cearense: Samira de Castro, jornalista e presidenta da FENAJ; Angela Marinho, jornalista e presidenta da Comissão Estadual de Ética do Sindjorce; Mara Cristina Barbosa, jornalista, professora universitária e 1ª secretária da ACI; Moacir Maia, jornalista e radialista; Tarcísio Matos, jornalista e comunicador; e Miguel Macedo, jornalista e professor universitário.
Finalistas em ordem alfabética por categoria
Áudio
Antonio Tiago de Lima Batista – Rádio Jovem Pan News Fortaleza (Grupo Cidade)
Francisco Jefferson Sales de Oliveira – Rádio Jangadeiro BandNews FM (Sistema Jangadeiro)
Iandecy Gomes de Sousa – Rádio Alece FM
Lucia Helena Arraes de Alencar Pierre – Rádio Universitária FM
Luciano Augusto de Loyola Diógenes – Rádio Jovem Pan News Fortaleza (Grupo Cidade)
Roberta Farias – Rádio FM Dom Bosco
Fotojornalismo
Antonio Aurélio Alves Barroso – Jornal O POVO (Grupo de Comunicação O POVO)
Daniel Bezerra Calvet – Portal O Otimista (Grupo Otimista de Comunicação)
Edimar Francisco Soares – Portal O Otimista (Grupo Otimista de Comunicação)
Júlio Caesar Rodrigues Costa Maciel – Jornal O POVO (Grupo de Comunicação O POVO)
Texto
Ana Luiza Serrão Costa – Grupo de Comunicação O POVO
Benedito Machado de Araújo – Portal Coopere Mais
Dídio Lopes de Oliveira Neto – Revista Plenário (Alece)
Francisco Raone Barbosa Saraiva – O Otimista (Grupo Otimista de Comunicação)
Mariana Martins Lemos – Diário do Nordeste (Sistema Verdes Mares de Comunicação)
Samuel Pimentel – O POVO (Grupo de Comunicação O POVO)
Universitário
Giovanni Sampaio Scomparin – Universidade Federal do Ceará (UFC)
Maria Eduarda Morais Câmara – Universidade de Fortaleza (Unifor)
Miguel Ferreira de Oliveira – Estácio Ceará
Yasmin Boyadjian de Oliveira – Universidade de Fortaleza (Unifor)
Vídeo
Arclebiana Paula Alencar Pereira – TV Verdes Mares (Sistema Verdes Mares)
Francisca Claudiana Pinho Mourato – TV Verdes Mares Cariri (Sistema Verdes Mares)
Lucas Freire Falconery – TV Globo (Sistema Verdes Mares)
Miguel Anderson da Costa Ferreira – TV Câmara Fortaleza
Tarcísio Ribeiro Vieira Júnior – TV Jangadeiro (Sistema Jangadeiro)
Sobre o Sistema OCB/CE
O Sistema OCB/CE representa e fortalece o cooperativismo no Ceará, promovendo a integração e o desenvolvimento sustentável das cooperativas do estado. É composto pela Organização das Cooperativas do Estado do Ceará (OCB/CE) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Ceará (Sescoop/CE), responsáveis pela representação institucional e pela capacitação do setor no estado.
Serviço
3º Prêmio Cooperativismo Cearense de Jornalismo – Cerimônia de Premiação
📅 7 de abril de 2026
🕖 19h
📍 Coco Bambu Dom Pastel – Rua Carlos Vasconcelos, 996 – Fortaleza
🔗 Inscrição para participar: https://forms.office.com/r/qqVywWsHbH
📱 Mais informações nas redes sociais: @sistemaocbce
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Nesta quinta-feira (19), representantes do Sistema OCB/CE foram recebidos pelo presidente da Associação dos Municípios do Ceará (Aprece), Joacy Alves dos Santos Junior, em reunião voltada ao alinhamento institucional e à orientação sobre a correta aplicação da legislação cooperativista nos municípios cearenses.
Participaram do encontro o presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira; o gerente jurídico, André Fontenelle; e a analista de relações institucionais, Roberta Feitosa. Pela Aprece, também esteve presente Daniel Aguiar Camurça, analista em Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente e Recursos Hídricos.
O foco principal da reunião foi reforçar junto às prefeituras a necessidade de observância da Lei Federal nº 5.764/1971 (Lei Geral do Cooperativismo), especialmente o artigo 107, que estabelece a obrigatoriedade de registro das cooperativas no Sistema OCB como condição para seu regular funcionamento. Esse entendimento foi ratificado pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do Agravo em Recurso Extraordinário nº 1.280.820/DF, concluído em agosto de 2025, que confirmou a constitucionalidade da exigência.
Durante o diálogo, o Sistema OCB/CE destacou a recorrência de editais municipais que deixam de exigir a comprovação do registro na OCB, o que pode comprometer a regularidade das contratações e gerar insegurança jurídica. A proposta apresentada foi que a Aprece oriente formalmente os municípios para que incluam, nos editais e chamadas públicas, a exigência de comprovação do registro na OCB, em conformidade com a legislação vigente.
O presidente da Aprece sinalizou apoio à pauta e informou que a entidade deverá elaborar uma nota técnica para encaminhamento aos municípios cearenses, com orientações sobre a aplicação da norma. A iniciativa busca contribuir para a padronização de procedimentos e para a segurança jurídica nas contratações envolvendo cooperativas.
Também foi discutida a realização de ações formativas conjuntas. A Aprece manifestou abertura para participar, ao lado do Sistema OCB/CE, de atividades de orientação sobre a legislação cooperativista no âmbito do Seminário de Gestores Públicos de 2026, fortalecendo o caráter pedagógico da iniciativa.
Na avaliação do presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, a reunião reforça o compromisso institucional com a legalidade e com o fortalecimento do cooperativismo. “Nosso objetivo é assegurar que a legislação seja corretamente aplicada, garantindo segurança jurídica aos municípios e às cooperativas regularmente constituídas”, afirmou.
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O Comitê Elas pelo Coop Ceará, vinculado ao Sistema OCB/CE, realizou na quinta-feira (5), em Fortaleza, a primeira reunião de 2026. O encontro marcou a definição da nova coordenação e o alinhamento das ações previstas para o ano.
Assumem a condução do comitê Karine Sobral, da cooperativa VemdoSol, como coordenadora, e Paula Vasconcelos, da Unimed Fortaleza, como vice-coordenadora. A secretaria será exercida por Marcilia Cavalcante, da Hemocoop, e Eglantine Bandeira, da Connect.Coop.
Durante a reunião, também foi realizada uma homenagem à primeira coordenadora do grupo, Selene Caraças, em reconhecimento à sua atuação na criação e consolidação do comitê.
O encontro incluiu ainda a discussão do planejamento estratégico para 2026, com organização de ideias e ações que deverão orientar as atividades ao longo do ano. O Comitê Elas pelo Coop reúne representantes de cooperativas e integra as iniciativas do Sistema OCB/CE voltadas à participação feminina no cooperativismo.
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A edição de 4 de fevereiro oVozes do Cooperativismo debateu o cooperativismo médico como modelo de organização do trabalho na saúde e sua atuação direta no atendimento em hospitais e unidades de pronto atendimento no Ceará. Apresentado pelo jornalista Rafael Mesquita, o programa recebeu representantes da CEMERGE, cooperativa de trabalho médico que reúne cerca de 5 mil profissionais no Estado.
Participaram do debate a diretora administrativo-financeira da cooperativa, Rafaela Bayas, e o gerente de Negócios, Airton Araújo. Ao longo da entrevista, os convidados apresentaram a trajetória da CEMERGE, a estrutura de funcionamento da cooperativa e sua presença em serviços públicos e privados de saúde, tanto na capital quanto no interior.
Segundo Airton Araújo, a atuação da cooperativa muitas vezes passa despercebida pela população, embora esteja presente no cotidiano do atendimento. “As pessoas vão em busca de um serviço médico e não sabem, muitas das vezes, que aquele profissional está inserido dentro de uma cooperativa”, afirmou. Atualmente, a CEMERGE atua em cerca de 16 unidades hospitalares, incluindo hospitais e UPAs.
Criada em 1998, a cooperativa surgiu da organização de médicos que buscavam melhorar as condições de trabalho e garantir a presença de profissionais em serviços de emergência, em um contexto de vacância e demora na reposição por concursos públicos. Ao longo dos anos, o modelo foi ampliado e passou a incorporar diferentes especialidades médicas. Hoje, a cooperativa reúne aproximadamente 5 mil médicos, número que contrasta com os 12 cooperados iniciais.
Os representantes destacaram que a atuação da CEMERGE se dá de forma complementar às equipes fixas da rede pública e privada. A cooperativa, segundo Rafaela Bayas, não se opõe à realização de concursos, mas atua para garantir a continuidade do atendimento enquanto há carência de profissionais, especialmente em áreas críticas como urgência e emergência.
Outro ponto abordado no programa foi a gestão das escalas e a organização do trabalho médico. A cooperativa mantém uma estrutura administrativa enxuta e utiliza ferramentas tecnológicas para monitorar plantões e identificar ausências, agilizando a reposição de profissionais e evitando desassistência nas unidades de saúde.
A atuação durante a pandemia de Covid-19 foi destacada como um dos períodos mais desafiadores da história da cooperativa. Diante do aumento abrupto da demanda, a CEMERGE mobilizou rapidamente médicos cooperados e ampliou sua capacidade de resposta em hospitais e unidades de emergência. Além da ampliação das escalas, a cooperativa estruturou ações de apoio aos profissionais, incluindo capacitações técnicas e suporte psicológico.
A CEMERGE também mantém iniciativas voltadas à formação e à responsabilidade social. Entre elas está o projeto CEMERGE Júnior, que oferece noções de primeiros socorros a crianças de 7 a 12 anos, inicialmente voltado aos filhos de cooperados e posteriormente levado a escolas públicas.
Ao final do Vozes, os convidados defenderam o cooperativismo como um modelo de organização coletiva capaz de ampliar a eficiência do trabalho médico, fortalecer a qualificação profissional e contribuir para a manutenção dos serviços de saúde no Ceará.
O Programa Vozes do Cooperativismo é uma parceria entre o Sistema Jangadeiro e o Sistema OCB/CE e vai ao ar semanalmente às quartas-feiras, 13h, na BandNews FM Fortaleza (101,7 FM), às sextas-feiras, 21h, na Nordeste TV — Fortaleza (canal 27.1) e Sobral (canal 48.1) — e aos sábados, às 8h da manhã, na TV Jangadeiro (canal 12.1). O conteúdo também está disponível no YouTube, pelos canais Jornal Jangadeiro e Sistema OCB/CE.
Para acompanhar o programa desta semana na íntegra, acesse aqui. Para mais informações, siga o @sistemaocbce nas redes sociais.
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O presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, participou nesta terça-feira (3) do Fórum de Gestão da Agricultura Familiar 2026, realizado na sede do Banco do Nordeste, em Fortaleza. O evento reuniu gerentes executivos estaduais do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com o objetivo de alinhar diretrizes, fortalecer o planejamento e consolidar as ações voltadas ao setor ao longo de 2026.
Convidado como palestrante, Nicédio conduziu o debate com o tema “Cooperativismo Sustentável”, apresentando o cooperativismo como estratégia estruturante para o desenvolvimento da agricultura familiar, com foco na organização da produção, acesso ao crédito, fortalecimento da gestão e geração de renda no campo. Durante a exposição, o presidente destacou o papel das cooperativas como instrumento de inclusão produtiva, sustentabilidade econômica e fortalecimento dos territórios rurais.
Ao abordar a relação entre cooperativismo e políticas públicas, Nicédio ressaltou a importância da articulação entre instituições financeiras, organizações representativas e agricultores familiares para ampliar o alcance das ações do Pronaf e garantir maior efetividade na aplicação dos recursos. Segundo ele, o modelo cooperativista contribui para reduzir riscos, ampliar a capacidade de comercialização e promover maior autonomia para os produtores e produtoras rurais.

A agenda institucional contou ainda com a participação de Manfredo Lins e Silva, gerente de Inovação do Sistema OCB/CE, e de Givanilson Rodrigues, analista de Projetos da organização, que acompanharam as discussões e os encaminhamentos do fórum. O encontro foi realizado no Auditório Cláudio Ferreira Lima e integrou a programação estratégica do Banco do Nordeste voltada ao planejamento das ações para a agricultura familiar em 2026.
O Fórum de Gestão da Agricultura Familiar é promovido pela Superintendência de Agronegócio e Microfinança Rural do Banco do Nordeste e se consolida como um espaço de diálogo, troca de experiências e construção coletiva de soluções para o fortalecimento do setor no Nordeste.
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O Sistema OCB/CE e a Secretaria do Trabalho do Ceará iniciaram tratativas para a construção de projetos conjuntos voltados ao fortalecimento do cooperativismo no estado. A articulação foi discutida em reunião realizada nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, em Fortaleza.
O presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, esteve acompanhado da analista de Desenvolvimento de Cooperativas, Dorinha Madeira, da analista de Relações Institucionais, Roberta Feitosa, e do jornalista Rafael Mesquita. O grupo foi recebido pelo secretário do Trabalho do Estado, Vladyson Viana, pelo secretário executivo do Trabalho e Empreendedorismo, Renan Ridley, e pela coordenadora de Economia Popular Solidária e Arranjos Produtivos Locais, Vitória Régia.
Durante o encontro, o Sistema OCB/CE colocou sua estrutura técnica e institucional à disposição da Secretaria do Trabalho para a elaboração de projetos em parceria. Atualmente, a organização representa 154 cooperativas filiadas, distribuídas em diferentes ramos da economia no Ceará.
Entre os encaminhamentos discutidos está a possibilidade de formalização de um termo de cooperação entre as instituições. Um dos focos apresentados foi o incentivo à organização de grupos de catadores em cooperativas, como estratégia de inclusão produtiva e fortalecimento da economia popular solidária.
A agenda também incluiu a articulação entre o Sistema OCB/CE e a Secretaria das Relações Internacionais do Estado, com mediação da Secretaria do Trabalho, para apoiar cooperativas agropecuárias interessadas em exportação. Parcerias com cooperativas de crédito e ações voltadas a mulheres e jovens também foram apontadas como prioridades.
Outro ponto debatido foi a integração de cooperativas prestadoras de serviços ao aplicativo estadual “Tem Trabalho”, ampliando a presença do cooperativismo na plataforma. No setor de transporte, foi discutida a integração tecnológica entre cooperativas e o sistema regular, incluindo o programa Vai e Vem. Atualmente, o serviço atende cerca de 31 mil usuários na Região Metropolitana de Fortaleza e menos de 500 no Cariri, com meta de alcançar 10 mil usuários na região.
Segundo Vladyson Viana, fomentar a cultura do cooperativismo é uma estratégia para o desenvolvimento econômico e social do Ceará. Nicédio Nogueira destacou que o fortalecimento do cooperativismo é a principal missão do Sistema OCB/CE e avaliou como positiva a sintonia entre as instituições.
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O Sistema OCB/CE divulgou o calendário de cursos para 2026, com uma programação direcionada ao fortalecimento da gestão cooperativista, da governança e do desenvolvimento de competências de dirigentes, conselheiros, cooperados e colaboradores das cooperativas cearenses.
A agenda reúne formações da série Gestão 5.0, cursos específicos para Conselhos Fiscal e de Administração e um Programa de Desenvolvimento de Competências, com cursos de curta duração voltados a colaboradores. As ações integram a política de formação do Sistema OCB/CE e buscam qualificar a atuação das cooperativas diante dos desafios contemporâneos da gestão, da sustentabilidade e da inovação.
Todos os cursos são exclusivos para cooperativas filiadas ao Sistema OCB/CE, e as inscrições serão validadas conforme o vínculo com cooperativas associadas.
Gestão 5.0 – Cooperativas de Trabalho
Voltada às cooperativas de trabalho, a formação aborda temas relacionados à gestão estratégica, inovação e fortalecimento institucional do modelo cooperativista.
O curso será realizado de 14 de março a 22 de maio de 2026, com carga horária de 56 horas/aula, em encontros quinzenais aos sábados.
As inscrições estão disponíveis em: https://forms.office.com/r/eLuxkz07HS.
Gestão 5.0 – Cooperativas de Transporte
Direcionado às cooperativas do ramo transporte, o curso discute estratégias de gestão, organização do trabalho e sustentabilidade do setor.
A formação ocorre de 21 de fevereiro a 8 de maio de 2026, com 56 horas/aula, em encontros quinzenais aos sábados.
As inscrições podem ser feitas em: https://forms.office.com/r/rKheEV1b6A.
Gestão 5.0 – Cooperativas Agropecuárias
Com foco no cooperativismo agropecuário, o curso aborda gestão estratégica, inovação e desafios do cooperativismo no campo.
A programação acontece de 13 de março a 29 de maio de 2026, totalizando 56 horas/aula, com encontros quinzenais às sextas-feiras.
As inscrições estão abertas em: https://forms.office.com/r/gYXE828yRC.
Curso para Conselheiro Fiscal
Voltado ao fortalecimento da governança cooperativa, o curso aprofunda o papel, as responsabilidades e as atribuições do Conselho Fiscal.
A formação será realizada de 7 a 16 de abril de 2026, com 16 horas/aula, em encontros às terças e quintas-feiras, no período da noite.
Inscrições pelo link: https://forms.office.com/r/5Rfnn4aVrK.
Curso para Conselheiro de Administração
O curso tem como objetivo qualificar a atuação dos Conselhos de Administração, com foco na tomada de decisões, gestão responsável e alinhamento estratégico das cooperativas.
As atividades ocorrem de 7 a 16 de abril de 2026, com carga horária de 16 horas/aula, em encontros às terças e quintas-feiras, no período noturno.
As inscrições estão disponíveis em: https://forms.office.com/r/q6yTWPhZiU.
Programa de Desenvolvimento de Competências
O Programa de Desenvolvimento de Competências é composto por cursos de curta duração voltados a colaboradores de cooperativas, com foco no aprimoramento de habilidades essenciais para o ambiente de trabalho cooperativista.
O programa inclui os seguintes cursos:
-
Inteligência Emocional e Resiliência, de 23 a 27 de fevereiro de 2026;
-
Visão Sistêmica Empresarial, de 16 a 23 de março de 2026;
-
Comunicação Efetiva e Colaborativa, de 13 a 17 de abril de 2026;
-
Adaptabilidade, de 11 a 15 de maio de 2026;
-
Criatividade e Inovação, de 15 a 19 de junho de 2026.
As inscrições para o programa estão disponíveis em: https://forms.office.com/r/8GhPGV2G20.
Orientações
Os cursos do calendário 2026 são destinados exclusivamente a cooperativas filiadas ao Sistema OCB/CE, sendo voltados a dirigentes, conselheiros, cooperados e colaboradores das cooperativas associadas.
Dúvidas e informações adicionais devem ser esclarecidas junto à Gerência de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB/CE.
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A edição da última quarta-feira (28) do programa Vozes do Cooperativismo, apresentado pelo jornalista do Sistema OCB/CE, Rafael Mesquita, destacou o cooperativismo como estratégia de mercado para a agricultura familiar, a partir da experiência da Cooperativa dos Produtores e Agricultores Familiares de Beberibe (COOPAFBE), referência no Litoral Leste do Ceará.
Participaram do programa Sonayra Monteiro, presidenta da cooperativa, e Juan Cordeiro, diretor financeiro da COOPAFBE, que apresentaram a trajetória de organização, crescimento econômico e impacto social da iniciativa no município de Beberibe.
Criada há três anos, a COOPAFBE surgiu da união inicial de 24 agricultores familiares e atualmente reúne 41 cooperados e cooperadas. A formalização da cooperativa permitiu ampliar a produção, estruturar a comercialização e acessar novos mercados, superando os limites do município e alcançando programas e compradores em âmbito regional e estadual.
“A formação da cooperativa foi muito desejada e sonhada. Entendemos que sozinhos não conseguiríamos avançar. A organização coletiva nos permitiu planejar, dividir custos, reduzir despesas e aumentar a rentabilidade”, destacou Sonayra Monteiro, presidenta da COOPAFBE.
Além dos cooperados, a atuação da cooperativa impacta direta e indiretamente cerca de 250 famílias, envolvendo trabalhadores da colheita, do beneficiamento e do processamento agroindustrial. Esse conjunto de atividades fortalece a economia local e garante geração de renda ao longo de todo o ano.
Entre os produtos que simbolizam esse avanço está a cajuína, bebida tradicional cearense que ganhou escala produtiva, padronização e novos mercados a partir da atuação da cooperativa. Derivada do caju, principal cultura da COOPAFBE, a cajuína tornou-se um dos produtos estratégicos do empreendimento, agregando valor à produção, ampliando o período de comercialização e fortalecendo a identidade regional.
Ao lado da cajuína e da polpa de caju, a cooperativa também comercializa frutas, hortaliças, legumes e tubérculos, garantindo diversidade produtiva e maior segurança econômica aos agricultores familiares, inclusive fora do período da safra do caju.
“A diversificação da produção, aliada ao beneficiamento do caju com produtos como a cajuína, garante segurança para o produtor e para o mercado, além de permitir renda contínua e planejamento ao longo do ano”, explicou Juan Cordeiro, diretor financeiro da cooperativa.
A organização coletiva também possibilitou o acesso a contratos públicos, com fornecimento para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), atendendo escolas municipais e estaduais, além de instituições como o Exército e a Marinha.
Somente em 2025, a COOPAFBE movimentou cerca de R$ 1,3 milhão em contratos, beneficiando diretamente as famílias cooperadas. Para 2026, a projeção inicial já aponta R$ 1 milhão contratado, com expectativa de crescimento a partir da ampliação de mercados e da celebração de novos acordos.
Durante o programa, os convidados também ressaltaram o papel do Sistema OCB/CE no processo de formalização e fortalecimento da cooperativa, por meio de orientações técnicas, capacitações, diagnósticos de gestão e apoio à participação em feiras e rodadas de negócios. Nesse contexto, Rafael Mesquita destacou a realização, em setembro, da primeira feira exclusiva do cooperativismo no Ceará, promovida pelo Sistema OCB/CE, que reunirá os oito ramos do cooperativismo em um grande espaço de exposição, negócios e troca de experiências.
“A iniciativa será uma vitrine estratégica para ampliar a visibilidade de cooperativas como a COOPAFBE e fortalecer ainda mais o setor no estado”, afirmou Rafael Mesquita.
Parcerias institucionais, como com o Centro Universitário UniFanor Wyden, também têm contribuído para ações de inovação, marketing e valorização da cajuína como produto regional de identidade, qualidade e potencial de mercado.
A trajetória da COOPAFBE evidencia como o cooperativismo agropecuário fortalece a agricultura familiar, amplia oportunidades comerciais, gera renda e promove desenvolvimento econômico sustentável no interior do Ceará, conectando tradição, organização coletiva e inovação.
O Programa Vozes do Cooperativismo é uma parceria entre o Sistema Jangadeiro e o Sistema OCB/CE e vai ao ar semanalmente às quartas-feiras na BandNews FM Fortaleza (101,7 FM), às sextas-feiras na Nordeste TV — Fortaleza (canal 27.1) e Sobral (canal 48.1) — e aos sábados pela manhã na TV Jangadeiro (canal 12.1). O conteúdo também está disponível no YouTube, pelos canais Jornal Jangadeiro e Sistema OCB/CE.
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A primeira temporada do Programa Vozes do Cooperativismo consolidou-se como uma iniciativa estratégica de comunicação ao alcançar 16,2 milhões de impactos, levando o cooperativismo cearense para a televisão, o rádio e o ambiente digital com credibilidade, relevância e ampla audiência.
Fruto de parceria do Sistema OCB/CE com o Sistema Jangadeiro de Comunicação, o programa promoveu a divulgação dos princípios, valores e da atuação do movimento cooperativista em mais de 20 edições, exibidas na TV Jangadeiro (SBT), na NordesTV (SBT News), na Rádio BandNews FM Fortaleza e em plataformas digitais. A estratégia contribuiu para fortalecer a presença do cooperativismo no debate público e ampliar sua conexão com a sociedade cearense.
Com uma abordagem multiplataforma, o Vozes do Cooperativismo apostou na ocupação de espaços estratégicos de comunicação, dialogando com diferentes públicos e reforçando o cooperativismo como um agente de desenvolvimento econômico, social e sustentável.
Ao longo da primeira temporada, de janeiro a meados de dezembro, a iniciativa obteve um alcance expressivo de 16,2 milhões de impactos. Na televisão, considerando apenas a TV Jangadeiro, foram 12,7 milhões de impactos. Já no rádio, o programa contabilizou 3,5 milhões de impactos, consolidando a presença do cooperativismo tanto no vídeo quanto no áudio.
Desde a estreia, o programa recebeu lideranças representativas do cooperativismo cearense, incluindo dirigentes de grandes cooperativas de diferentes ramos, consolidando-se como um espaço permanente de diálogo, informação e compartilhamento de iniciativas que impactam diretamente o desenvolvimento econômico e social do Ceará.
Para o presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, os resultados refletem a importância de investir em comunicação qualificada e de aproximar o cooperativismo da sociedade.
“O Programa Vozes do Cooperativismo cumpre um papel estratégico ao levar informação de qualidade sobre o nosso movimento para veículos de grande credibilidade. Esses números demonstram que o cooperativismo desperta interesse, gera impacto e precisa estar cada vez mais presente no debate público, evidenciando sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do Ceará”, destaca o presidente.
A escolha do Sistema Jangadeiro de Comunicação, grupo com 35 anos de atuação no Estado, composto por oito emissoras de rádio e duas emissoras de TV, foi fundamental para garantir credibilidade, capilaridade e forte identificação com o público cearense. A presença simultânea na televisão e no rádio ampliou a repercussão dos conteúdos e fortaleceu o posicionamento institucional do cooperativismo.
À frente da apresentação do programa, o jornalista Rafael Mesquita ressalta que o Vozes do Cooperativismo se consolidou como um espaço de valorização das histórias que constroem o setor.
“O Vozes do Cooperativismo nasceu com a missão de dar visibilidade a um movimento que transforma vidas. Ao longo dos programas, apresentamos iniciativas, histórias e impactos concretos das cooperativas, aproximando esse universo do cotidiano das pessoas e reforçando o cooperativismo como uma força presente no dia a dia da sociedade”, afirma o apresentador.
Os resultados alcançados reforçam a força do modelo cooperativista e demonstram o interesse da sociedade em conhecer mais sobre esse movimento, reconhecido como um modelo econômico atual, colaborativo e sustentável.
O programa é exibido às quartas-feiras, às 13h, na BandNews FM Fortaleza (101,7 FM), às sextas-feiras, ás 21h, na Nordestv —Fortaleza (canal 27.1) e Sobral (canal 48.1) — e aos sábados, às 8h da manhã, na TV Jangadeiro (canal 12.1). O conteúdo também está disponível no YouTube, pelos canais Jornal Jangadeiro e Sistema OCB/CE.
Para acompanhar as novidades do programa e tudo o que acontece no cooperativismo cearense, siga o @sistemaocbce nas redes sociais.
*Fonte TV: Kantar IBOPE Media | Grande Fortaleza | Instar Analytics | TV Jangadeiro (SBT) | Programação veiculada | ago/2025 a dez/2025 | Indivíduos | GRP (#) | COV (#).
*Fonte Rádio/Digital: Kantar IBOPE Media | EasyMedia4 | Fortaleza | jun a ago/2025 – out a dez/2025 | BandNews FM/Web | Todos os dias | OPM.
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O programa Vozes do Cooperativismo, iniciativa do Sistema OCB/CE em parceria com o Sistema Jangadeiro, trouxe nesta semana um debate aprofundado sobre como o cooperativismo tem fortalecido a saúde bucal no Ceará. Com o tema “Uniodonto Fortaleza: o cooperativismo que transforma a saúde bucal”, a edição contou com a participação de Marlio Ximenes, diretor-presidente da Uniodonto Fortaleza, e Renata Veras Oka, diretora-adjunta da cooperativa. A apresentação foi conduzida pelo jornalista Rafael Mesquita, do Sistema OCB/CE.
Fundada a partir da união de cirurgiões-dentistas que acreditaram na força do trabalho coletivo, a Uniodonto Fortaleza consolidou-se como uma das principais cooperativas de saúde do estado. Hoje, reúne mais de 700 dentistas cooperados e atende mais de 90 mil beneficiários, com uma rede distribuída por diversas regiões do Ceará e serviço de urgência 24 horas.
Durante o programa, Marlio Ximenes resgatou a origem e os princípios que sustentam a cooperativa há décadas, destacando que o modelo cooperativista foi essencial para garantir organização profissional, sustentabilidade econômica e qualidade no atendimento à população.
“A cooperativa nasce para enfrentar o mercado de forma coletiva. Desde o início, a Uniodonto Fortaleza se estruturou para garantir qualidade profissional, união entre os dentistas e um serviço que realmente cuide das pessoas. Antes de sermos uma operadora de saúde, somos uma cooperativa”, afirmou o diretor-presidente.
Além da assistência odontológica, a Uniodonto Fortaleza também se destaca pelo forte compromisso social, com projetos como Sorrisão e Sorrindo para o Futuro, que levam educação, prevenção e atendimento em saúde bucal a crianças e adolescentes, especialmente em comunidades mais vulneráveis. As ações contam com o apoio do Sistema OCB/CE e já impactaram gerações de famílias no Ceará.
Renata Veras Oka ressaltou que a expansão da cooperativa foi acompanhada de investimentos constantes em gestão, qualificação profissional e cuidado com o beneficiário.
“Crescer com responsabilidade é o nosso maior desafio. Temos uma rede ampla, cooperados qualificados e uma gestão que cuida de cada detalhe para garantir um atendimento humanizado e de excelência. O cooperativismo nos permite equilibrar qualidade, acesso e sustentabilidade”, destacou a diretora-adjunta.
O programa também abordou temas como governança, qualificação contínua dos cooperados, uso da tecnologia para otimizar processos e os desafios enfrentados pelo setor, incluindo o aumento de custos e a regulação da saúde suplementar. A experiência da Uniodonto Fortaleza durante a pandemia de Covid-19 foi citada como exemplo da força do modelo cooperativista, ao assegurar apoio financeiro e assistência aos cooperados em um dos períodos mais críticos da história recente.
Os convidados reforçaram ainda a importância da parceria com o Sistema OCB/CE, que atua como agente de formação, orientação e fortalecimento das cooperativas, contribuindo para uma gestão cada vez mais eficiente, transparente e alinhada aos princípios do cooperativismo.
O Programa Vozes do Cooperativismo é uma parceria entre o Sistema Jangadeiro e o Sistema OCB/CE e vai ao ar semanalmente às quartas-feiras na BandNews FM Fortaleza (101,7 FM), às sextas-feiras na Nordeste TV — Fortaleza (canal 27.1) e Sobral (canal 48.1) — e aos sábados pela manhã na TV Jangadeiro (canal 12.1). O conteúdo também está disponível no YouTube, pelos canais Jornal Jangadeiro e Sistema OCB/CE.
Para acompanhar o programa desta semana na íntegra, acesse aqui. Para mais informações, siga o @sistemaocbce nas redes sociais.
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A edição desta semana do Programa Vozes do Cooperativismo abordou o papel estratégico da Cooperativa dos Ginecologistas e Obstetras do Ceará (COOPEGO) no fortalecimento do cooperativismo médico e na qualificação da assistência à saúde da mulher.
Apresentado pelo jornalista Rafael Mesquita, do Sistema OCB/CE, o programa recebeu Allan Marreiros, diretor-presidente da COOPEGO, e Laryssa Portela, diretora de Recursos Médicos Hospitalares da cooperativa. Na conversa, os convidados abordaram a trajetória da instituição, sua atuação no mercado de trabalho médico e os impactos do cooperativismo tanto na saúde pública quanto na suplementar.
Fundada no início da década de 1990, a COOPEGO surgiu a partir da organização coletiva de ginecologistas e obstetras diante das transformações no sistema de saúde brasileiro. Ao longo dos anos, a cooperativa ampliou sua atuação e passou a atender tanto a rede pública quanto a privada. Atualmente, reúne cerca de 650 médicos cooperados em atividade, distribuídos em diversas subespecialidades, com contratos firmados junto a operadoras de planos de saúde, hospitais e gestores públicos.
Para o diretor-presidente da COOPEGO, o cooperativismo é essencial para a valorização profissional e a organização do setor.
“O cooperativismo permite que os médicos atuem de forma organizada, com mais força de negociação, melhores condições de trabalho e impacto positivo direto na qualidade da assistência prestada à população”, afirmou Allan Marreiros.
Durante o programa, também foi ressaltado o papel da cooperativa na qualificação do atendimento à saúde da mulher e na ampliação do acesso a serviços especializados. Segundo Laryssa Portela, a atuação coletiva fortalece toda a cadeia do cuidado.
“A cooperativa possibilita levar profissionais cada vez mais especializados para a ponta do atendimento, contribuindo para a prevenção, o acompanhamento adequado das gestantes e a melhoria contínua da saúde da mulher”, destacou.
Outro ponto evidenciado foi a relação da COOPEGO com o Sistema OCB/CE, especialmente no fortalecimento da governança, da gestão profissionalizada e da cultura cooperativista entre cooperados e colaboradores. A participação em programas de capacitação, assessorias e iniciativas de desenvolvimento tem contribuído para tornar a cooperativa mais estruturada e preparada para os desafios do setor.
A edição também apresentou as ações sociais desenvolvidas pela COOPEGO, como projetos de atendimento à população, iniciativas voltadas à promoção da saúde da mulher, apoio a unidades de saúde e ações de bem-estar para cooperados e colaboradores, reforçando o compromisso social do cooperativismo.
O Programa Vozes do Cooperativismo é uma parceria entre o Sistema Jangadeiro e o Sistema OCB/CE e vai ao ar semanalmente às quartas-feiras na BandNews FM Fortaleza (101,7 FM), às sextas-feiras na Nordeste TV — Fortaleza (canal 27.1) e Sobral (canal 48.1) — e aos sábados pela manhã na TV Jangadeiro (canal 12.1). O conteúdo também está disponível no YouTube, pelos canais Jornal Jangadeiro e Sistema OCB/CE.
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O Sistema OCB iniciou neste mês de janeiro a fase quantitativa da Pesquisa de Cultura Cooperativista, um levantamento nacional que convida cooperativas, cooperados e colaboradores a contribuírem ativamente para o fortalecimento da identidade, dos valores e dos princípios do cooperativismo brasileiro.
A pesquisa segue aberta até 13 de março de 2026 e a participação de cada cooperativa é fundamental para garantir um diagnóstico representativo e alinhado às diferentes realidades do setor. Com o apoio das Organizações Estaduais (OCEs), entre elas o Sistema OCB/CE, a unidade nacional reforça o convite para que o cooperativismo se engaje e faça parte dessa construção coletiva.
O questionário é on-line, rápido e fácil de responder, e está disponível para cooperados e colaboradores de cooperativas de todos os ramos e regiões. O acesso pode ser feito pelo link: https://in.coop.br/pesquisa-cultura.
A Pesquisa de Cultura Cooperativista nasce a partir dos debates realizados durante o 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), em Brasília, que apontaram desafios estratégicos para o movimento, como a atualização dos programas de promoção da cultura cooperativista, o alinhamento do discurso em nível nacional, o enfrentamento da lacuna geracional, o fortalecimento dos processos de sucessão e o aumento do engajamento interno.
Antes desta etapa, o estudo passou por uma fase qualitativa, com entrevistas em profundidade realizadas com lideranças de cooperativas e institutos cooperativistas. As contribuições foram decisivas para a construção do questionário agora aplicado em escala nacional.
Para o presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, a participação é decisiva para transformar dados em ações concretas.
“A coleta desses dados é estratégica para entendermos como a cultura cooperativista está sendo vivenciada no dia a dia das cooperativas e para direcionarmos ações mais eficazes de formação, comunicação e engajamento. Por isso, é essencial que cooperativas, cooperados e colaboradores participem. Quanto maior a adesão, mais fortes e assertivas serão as iniciativas que construiremos juntos”, destaca.
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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 15.324, de 6 de janeiro de 2026, que marca um momento histórico para o cooperativismo brasileiro e para o avanço da inclusão digital no país. Publicada no Diário Oficial da União, a norma altera a legislação vigente para incluir, de forma expressa, as cooperativas entre os agentes autorizados a prestar serviços de telecomunicações, como internet banda larga, em igualdade de condições com as empresas tradicionais do setor.
A nova lei estabelece condições e regras para que as cooperativas possam ofertar serviços de telecomunicações, incluindo acesso à internet banda larga, compartilhamento de redes e participação em regimes de concessões, permissões e autorizações legais. A medida atende a uma demanda do setor cooperativista, presente na Agenda Institucional do Cooperativismo, e deve contribuir para ampliar a conectividade em áreas rurais, pequenas cidades e regiões atualmente menos atrativas para grandes operadoras privadas, reduzindo os chamados desertos digitais e promovendo inclusão digital em localidades com baixa cobertura.
O projeto que deu origem à legislação foi elaborado no Congresso Nacional a partir de proposta apresentada pelo deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) e contou com parecer do senador Flávio Arns (PSB-PR). O texto foi amplamente debatido e aprovado tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal.
Ao longo desse processo, o Sistema OCB e a Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop) tiveram atuação ativa junto aos parlamentares, contribuindo para o avanço do tema e para a inclusão das cooperativas no novo marco regulatório do setor de telecomunicações.
Segundo o presidente do Sistema OCB/CE, a sanção da lei representa a concretização de um anseio antigo do cooperativismo nacional. “Esta lei é uma vitória histórica e atende a uma demanda de longa data do Sistema OCB. Finalmente, temos segurança jurídica para que as cooperativas possam atuar no setor de telecomunicações, levando conectividade, desenvolvimento e cidadania a localidades que há muito tempo aguardavam por essa oportunidade.”
A legislação já está em vigor e abre um caminho promissor para que o ramo de infraestrutura do cooperativismo brasileiro contribua de forma ainda mais ampla para os serviços ofertados no país, especialmente com a expansão da internet banda larga em todo o território nacional, fortalecendo a inclusão digital e impulsionando o desenvolvimento socioeconômico das comunidades cooperadas e da população em geral.